terça-feira, 20 de dezembro de 2011

JESUS INTERCEDEU POR VOCÊ


SÉRIE DE MENSAGENS COM REFERÊNCIA A 101 MARAVILHAS QUE DEUS PENSA SOBRE VOCÊ.
2ª MENSAGEM
JESUS INTERCEDEU POR VOCÊ
Não gostaria de saber o que o Senhor suplicou para você?
Simplesmente dê uma olhada na oração sacerdotal que Jesus fez na noite em que foi preso, clamando para que você fosse tão íntimo Dele quanto Ele é do Pai,
Quer experimentar esta intimidade com Deus? Cristo também
Quer! E, se Ele orou por isso, você não acha que o Pai responderá à oração do Filho?
Jesus também orou para que você se unisse aos outros crentes, a fim de que o seu relacionamento com eles fosse tão íntimo quanto o Dele com Deus; um relacionamento repleto de paz e harmonia.
Reflita sobre o seu convívio com os seus irmãos em Cristo. Existem alguns aspectos em que as coisas poderiam ser mais amistosas, amigáveis? Por que não pedir a Deus que o ajude a aprimorar este relacionamento? O Senhor já orou para que você tivesse paz; portento, pode estar certo de que terá a ajuda e a direção Dele.
Qual foi a última coisa que Jesus pediu ao Pai para lhe dar? Ele
disse: Pai, aqueles que me deste quero que, onde eu estiver, também eles estejam comigo, para que vejam a minha glória que me deste; porque Tu me hás amado antes da criação do mundo (Jo 17.24). Cristo deseja que você esteja no Paraíso e que o veja como Ele realmente é. Não há nada a seu respeito que Ele deseja esconder dos homens.
Então se quiser saber como Jesus é realmente, lembre-se que o Filho de Deus anseia por contar-lhe a respeito de Si tanto agora como na eternidade, nos céus.
Leia sobre a vida de Jesus nos Evangelhos. Não tenha receio de perguntar-lhe como foi para o Filho de Deus viver aqui na terra em uma pequena cidade. Ele lhe responderá, agora ou mais tarde, quando você se encontrar com Ele no Reino Celestial.

João 17: 20 - Eu não rogo somente por estes, mas também por aqueles que, pela sua palavra, hão de crer em mim.

DEUS O CONHECIA ANTES DE VOCÊ NASCER


QUERIDOS ESTAREI PUBLICANDO UMA SÉRIE DE MENSAGENS COM REFERENCIA A 101 MARAVILHAS QUE DEUS PENSA SOBRE VOCÊ.
1ª MENSAGEM
DEUS O CONHECIA ANTES DE VOCÊ NASCER!
Algumas vezes pode ser difícil acreditar que o Deus do universo sabe onde você mora e como se sente a respeito de si mesmo. Só que o Senhor tomou para si a responsabilidade de conhecê-lo tão bem, pois Ele o conhecia antes mesmo de você ser gerado no útero de sua mãe.
Pense sobre isso: Deus sabia o seu nome, do que você gostaria ou não, o seu temperamento, a cor de seus olhos e de seus cabelos e até o seu desejo mais profundo: tudo antes da sua concepção.
Portanto, da próxima vez que se sentir pequeno para que o Senhor se importe com sua vida, lembre-se de que, quando você era apenas um tênue brilho que reluzia nos olhos de seus pais, o seu Pai celestial já o conhecia e passou certo tempo relembrando tudo a seu respeito. Ele o ama intensa e profundamente.
Jeremias - 1:5 – Antes que eu te formasse no ventre, eu te conheci.

sexta-feira, 23 de setembro de 2011

“Noites traiçoeiras” é de autor teresopolitano




- Apropriada por cantora do Piauí, música de Carlos Papae já foi gravada com cinco nomes diferentes

Wanderley Peres

No início do mês, O DIÁRIO divulgou que a cantora piauiense Marinalva Santos tinha se apropriado da música “Noites Traiçoeiras”, do teresopolitano Carlos Papae, e estava brigando pelos direitos autorais da obra, inserida num dos últimos CDs do padre Marcello Rossi. Em entrevista ao Jornal O Piauí, além de dizer-se autora da música, informando até quando inspirou-se para a composição, Marinalva disse que tinha sido reconhecida pela Associação Brasileira de Música e Artes como autora do trabalho, que teria sido produzido por ela em parceria com Vânia Nunes, em 1999, em comemoração de aniversário da igreja Assembléia de Deus em Uberlândia, Minas Gerais. “Apesar de estar sendo disputada por uma cantora do Nordeste, que a teria gravado em 2001, a música ‘Noites Traiçoeiras’ já é conhecida em Teresópolis desde 1985, gravada pelo conjunto Vozes de Sião, composição dos cantores Jorge Apolinário, Valdecir e Carlos Papae, sabidamente até então seu autor”, informou o jornal.

Sucesso nacional depois que foi gravada pelo Padre Marcelo Rossi, a disputa por “Noites Traiçoeiras” ganhou um novo capítulo essa semana. De acusadora, a piauiense Marinalva Santos agora deve ser processada pelas informações divulgadas na imprensa e pela apropriação da obra. Representante dos direitos de Carlos Papae junto as gravadoras, Luciana Fernandes, da editora Prisma, informou que Carlos Papae tem um disco de vinil gravado em 1986 como prova de que compôs a canção em 1985 e, portanto, é considerado o verdadeiro dono dos direitos autorais. Segundo a editora, existe inclusive uma ação civil, que tramita na Justiça do Rio de Janeiro, onde Carlos Papae já disputa a música com outra suposta autora, Simone Telésforo, que registrou “Noites Traiçoeiras” com o nome de “Autor da Fé”, em 1995.

Ouvida pelo DIÁRIO, Kelly Papae, esposa de Carlos, garantiu que a música do marido foi composta em 1985 e gravada em 1986, pelo conjunto Vozes de Sião, fazendo parte do LP Deus é Maior. Depois disso já foi gravada com outros quatro nomes diferentes, chamando-se “Presença Real”, na gravação do padre Ricardo Whait; “Autor da Fé”, segundo Simone Telésforo; “Deus está Sorrindo”, por Marinalva Santos e, finalmente, “Noites Traiçoeiras”, gravação de maior sucesso, feita ano passado pelo padre Marcello Rossi, vendendo cerca de um milhão de cópias. Todas essas gravações, informa Kelly, estão com os pagamentos dos direitos autorais aguardando liberação da justiça. “Recentemente, o Carlos aceitou sugestão da gravadora Sony, permitindo, a coautoria de Simone Telésforo, para que pudesse receber os 50% dos direitos autorais, na gravação do padre Marcello Rossi. O pagamento dos outros 50% estão ainda presos na justiça, como também outros direitos de exibição da música, devendo ser liberados assim que ficar confirmada na ação, que tramita da 44a Vara Cível da Comarca da Capital do Rio de Janeiro”, informa.

A assessoria jurídica da Editora Prisma informou a O DIÁRIO que irá tomar as medidas judiciais cabíveis contra a compositora piauiense pelas declarações dadas. Além de procurar a imprensa para esclarecer o episódio, a empresa que cuida dos direitos autorais de Carlos Papae já enviou um telegrama para Marinalva Santos, alertando-a da apropriação indevida. Ainda segundo a Editora Prisma, a assessoria jurídica da Associação Brasileira de Música e Artes informou que a entidade não foi comunicada de nenhuma ação envolvendo a piauiense. Ou seja, não seria verdadeira a informação dada por Marinalva e o marido Francisco Felipe em entrevista à imprensa de que teriam obtido ganho de causa em ação que teriam promovido contra o padre Marcello Rossi. Ainda segundo o site cidadeverde.com, que divulgou a notícia, a Associação Brasileira de Música e Artes negou ter tomado qualquer decisão e que tenha sido comunicada de alguma ação envolvendo Marinalva Santos.

terça-feira, 20 de setembro de 2011


O Ricardo Boechat deu a algúns dias uma notícia assustadora na tv.

A notícia era sobre uma mulher que comprou uma garrafa de água em um sinal de trânsito, na Zona Oeste do Rio. Logo após beber a água a mulher começou a sentir-se mal e só lembra de ter acordado em uma lanchonete do Bob's, na Av. Brasil, sem o carro, obviamente.

Uma pessoa vende a água e uma moto segue o comprador para "socorrer" a vítima e levar o carro.

A água foi analisada e constataram que continha um anestésico de uso veterinário. É mole?

ATENÇÃO, não compre nada de vendedores (bandidos) em sinais e engarrafamentos!

É UMA NOVA MODALIDADE DE ROUBO - MUITO CUIDADO!!!

Pode chegar logo em outros estados... vamos repassar, somos mais rápidos que eles, na internet...
... do vosso amigo e irmão, Paulo Koral.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

ESCALPELAMENTO por Paulo Koral.




BELÉM - Os poucos registros oficiais sobre os casos de escalpelamentos no Pará refletem um cenário comum à região amazônica: a ausência de acompanhamento das vítimas desse acidente, que é o arrancamento brusco e acidental do escalpo humano que senão for tratado a tempo pode levar à morte. Uma realidade que o grupo de pesquisa "Escalpelamento: Lágrimas nos rios da Amazônia" pretende mudar com o mapeamento dos municípios de origem e identificando o destino das vítimas desse tipo de acidente, atendidas nos hospitais de Belém nos últimos dois anos.

Os dados poderão subsidiar ações de prevenção nas regiões com maior ocorrência desses acidentes, além de possibilitar propostas de acompanhamento e reintegração social para as vítimas que receberam os cuidados médicos e cirúrgicos, mas terão de aprender a conviver com as seqüelas do acidente, como a necessidade de várias cirurgias - pois, há casos em que além do couro cabeludo são arrancados o braço, as orelhas e as pálpebras - e o uso de perucas.

Aprovação

O projeto foi elaborado em 2007, e obteve aprovação do Comitê de Ética de Pesquisa da Universidade Federal do Pará (UFPA) este mês. Agora, os pesquisadores envolvidos, dentre eles a professora do curso de Enfermagem da Universidade do Estado do Pará (UEPA), Elizabeth Teixeira, iniciarão visitas à Santa Casa de Misericórdia do Pará e Prontos Socorros Municipais em busca de informações sobre atendimentos à vítimas de escalpelamento.

Segundo a professora essa etapa documental possibilitará a elaboração de um mapa sobre os casos de escalpelamento no Estado. "Não iremos trabalhar com as pessoas que estão sendo atendidas nos hospitais, queremos saber como fica a vida dessas vítimas depois do trauma", explica a pesquisadora.

Vítimas

A proposta é que em janeiro, com os dados coletados, o grupo vá ao encontro dessas vítimas para saber como tem vivido e que tipo de acompanhamento vem fazendo em seus municípios. "A idéia é que depois do trabalho possamos propor aos hospitais de Belém que façam a contra-referência dos casos, mantendo contato com as unidades de saúde dos municípios dessas vítimas para fazer acompanhamento dos tratamentos que elas precisam continuar fazendo".

Projeto

Aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) para ser desenvolvido nos próximos dois anos, o projeto "Escalpelamento: Lágrimas nos rios da Amazônia" têm a coordenação geral do professor. Heraldo Maués, da UFPA, e é integrado pelas doutorandas Regina Ribeiro Cunha, Luciléia da Silva Pereira, Ana Sofia Resque Gonçalves e Irene de Jesus Silva, também UFPA, e pela professora Elizabeth Teixeira, convidada para integrar o grupo.

Durante dois anos, as doutorandas realizarão as pesquisas de campo, sendo que, de dois em dois meses, elas deverão reunir com o coordenador e a colaboradora para levantamentos parciais. Depois de um ano de execução, a idéia já é apresentar em congressos locais e nacionais e publicar em periódicos específicos locais e nacionais os resultados obtidos, ainda que o trabalho ainda não esteja concluído.

Escalpelamento é uma palavra originada da palavra escalpo, couro cabeludo que foi arrancado do crânio. No Amapá, a origem dos escalpelamentos está em acidentes de barcos, com crianças e mulheres vitimadas.



O barco é o meio de transporte de muitos ribeirinhos que utilizam pequenos motores em suas embarcações. Desatenção e desinformação estão na base dos acidentes de escalpelamento, onde o couro cabeludo, violentamente arrancado, deforma o rosto e impede que o cabelo volte a crescer.

O acidente ocorre quando ao ligar o motor, desprotegido e com o eixo a girar em alta velocidade, o indivíduo agacha-se, provavelmente para tirar água das pequenas embarcações que se inundam com o movimento do barco, e o cabelo enrosca-se no eixo puxando, violentamente, o couro cabeludo, podendo, ainda, decepar alguma parte do rosto, como as orelhas.

A conseqüência física e espiritual para as vítimas de escalpelamento é a dor. É a marginalização provocada pelo auto-isolamento que se impõem por não ter um dos requisitos considerados como fonte da beleza da mulher. Há que se dizer que 80% dos casos de escalpelamento ocorrem em mulheres. O isolamento provocará depressão e impedirá que faça atividades cotidianas como sair, estudar, relacionar-se. A vida passará por ela, que da janela, somente poderá assistir aos eventos sem dele participar. Não porque não queira, mas porque se sentirá excluída de uma sociedade que tende a marginalização e ao preconceito.

De acordo com o site HTTP:/www.voluntariadoamazonia, as principais dificuldades para as vitimas de escalpelamento são:

• preconceito/desconhecimento,

• Mutilação / óbito,

• Falta de equipamento para cirurgias,

• Falta de medicamento para cirurgias,

• Falta de acompanhamento psicológico,

• Falta de alimento para família,

• Falta de hospedagem para família,

• Falta de transporte para parente,

• Custo alto do tratamento,

• Falta uma cultura de prevenção,

• Pais analfabetos funcionais (geralmente),

• Pobreza (EMBARCAÇÃO ARTESANAL SEM ORIENTAÇÃO TÉCNICA)

• E falta de emprego por não terem qualificação.



A Faculdade Atual, pioneiramente, oferece bolsas de estudos às vitimas de escalpelamento, oportunizando a essas cidadãs uma possibilidade real de ascensão e convivência social. Entretanto, como nem todas possuem o segundo grau, o que lhes daria acesso ao ensino superior, os laboratórios de informática e estagiários do curso de Sistemas de Informação, oferecem cursos básicos de informática visando à capacitação profissional dessas pessoas que estavam excluídas da sociedade, quer por preconceito, quer por falta de qualificação.

Glórias a DEUS existem pessoas, MISSIONÁRIOS que desempenham este trabalho buscar apoio para estas mulheres que são multiladas e que são excluídas desassistidas pela sociedade como uma realidade muito distante mais acontece com tanta freqüência que temos que mobilizar o mundo inteiro e nós dois irmão, SERÁ QUE ESTAMOS FAZENDO O NOSSO PAPEL?

ESCALPELAMENTO




BELÉM - Os poucos registros oficiais sobre os casos de escalpelamentos no Pará refletem um cenário comum à região amazônica: a ausência de acompanhamento das vítimas desse acidente, que é o arrancamento brusco e acidental do escalpo humano que senão for tratado a tempo pode levar à morte. Uma realidade que o grupo de pesquisa "Escalpelamento: Lágrimas nos rios da Amazônia" pretende mudar com o mapeamento dos municípios de origem e identificando o destino das vítimas desse tipo de acidente, atendidas nos hospitais de Belém nos últimos dois anos.

Os dados poderão subsidiar ações de prevenção nas regiões com maior ocorrência desses acidentes, além de possibilitar propostas de acompanhamento e reintegração social para as vítimas que receberam os cuidados médicos e cirúrgicos, mas terão de aprender a conviver com as seqüelas do acidente, como a necessidade de várias cirurgias - pois, há casos em que além do couro cabeludo são arrancados o braço, as orelhas e as pálpebras - e o uso de perucas.

Aprovação

O projeto foi elaborado em 2007, e obteve aprovação do Comitê de Ética de Pesquisa da Universidade Federal do Pará (UFPA) este mês. Agora, os pesquisadores envolvidos, dentre eles a professora do curso de Enfermagem da Universidade do Estado do Pará (UEPA), Elizabeth Teixeira, iniciarão visitas à Santa Casa de Misericórdia do Pará e Prontos Socorros Municipais em busca de informações sobre atendimentos à vítimas de escalpelamento.

Segundo a professora essa etapa documental possibilitará a elaboração de um mapa sobre os casos de escalpelamento no Estado. "Não iremos trabalhar com as pessoas que estão sendo atendidas nos hospitais, queremos saber como fica a vida dessas vítimas depois do trauma", explica a pesquisadora.

Vítimas

A proposta é que em janeiro, com os dados coletados, o grupo vá ao encontro dessas vítimas para saber como tem vivido e que tipo de acompanhamento vem fazendo em seus municípios. "A idéia é que depois do trabalho possamos propor aos hospitais de Belém que façam a contra-referência dos casos, mantendo contato com as unidades de saúde dos municípios dessas vítimas para fazer acompanhamento dos tratamentos que elas precisam continuar fazendo".

Projeto

Aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) para ser desenvolvido nos próximos dois anos, o projeto "Escalpelamento: Lágrimas nos rios da Amazônia" têm a coordenação geral do professor. Heraldo Maués, da UFPA, e é integrado pelas doutorandas Regina Ribeiro Cunha, Luciléia da Silva Pereira, Ana Sofia Resque Gonçalves e Irene de Jesus Silva, também UFPA, e pela professora Elizabeth Teixeira, convidada para integrar o grupo.

Durante dois anos, as doutorandas realizarão as pesquisas de campo, sendo que, de dois em dois meses, elas deverão reunir com o coordenador e a colaboradora para levantamentos parciais. Depois de um ano de execução, a idéia já é apresentar em congressos locais e nacionais e publicar em periódicos específicos locais e nacionais os resultados obtidos, ainda que o trabalho ainda não esteja concluído.

Escalpelamento é uma palavra originada da palavra escalpo, couro cabeludo que foi arrancado do crânio. No Amapá, a origem dos escalpelamentos está em acidentes de barcos, com crianças e mulheres vitimadas.



O barco é o meio de transporte de muitos ribeirinhos que utilizam pequenos motores em suas embarcações. Desatenção e desinformação estão na base dos acidentes de escalpelamento, onde o couro cabeludo, violentamente arrancado, deforma o rosto e impede que o cabelo volte a crescer.

O acidente ocorre quando ao ligar o motor, desprotegido e com o eixo a girar em alta velocidade, o indivíduo agacha-se, provavelmente para tirar água das pequenas embarcações que se inundam com o movimento do barco, e o cabelo enrosca-se no eixo puxando, violentamente, o couro cabeludo, podendo, ainda, decepar alguma parte do rosto, como as orelhas.

A conseqüência física e espiritual para as vítimas de escalpelamento é a dor. É a marginalização provocada pelo auto-isolamento que se impõem por não ter um dos requisitos considerados como fonte da beleza da mulher. Há que se dizer que 80% dos casos de escalpelamento ocorrem em mulheres. O isolamento provocará depressão e impedirá que faça atividades cotidianas como sair, estudar, relacionar-se. A vida passará por ela, que da janela, somente poderá assistir aos eventos sem dele participar. Não porque não queira, mas porque se sentirá excluída de uma sociedade que tende a marginalização e ao preconceito.

De acordo com o site HTTP:/www.voluntariadoamazonia, as principais dificuldades para as vitimas de escalpelamento são:

• preconceito/desconhecimento,

• Mutilação / óbito,

• Falta de equipamento para cirurgias,

• Falta de medicamento para cirurgias,

• Falta de acompanhamento psicológico,

• Falta de alimento para família,

• Falta de hospedagem para família,

• Falta de transporte para parente,

• Custo alto do tratamento,

• Falta uma cultura de prevenção,

• Pais analfabetos funcionais (geralmente),

• Pobreza (EMBARCAÇÃO ARTESANAL SEM ORIENTAÇÃO TÉCNICA)

• E falta de emprego por não terem qualificação.



A Faculdade Atual, pioneiramente, oferece bolsas de estudos às vitimas de escalpelamento, oportunizando a essas cidadãs uma possibilidade real de ascensão e convivência social. Entretanto, como nem todas possuem o segundo grau, o que lhes daria acesso ao ensino superior, os laboratórios de informática e estagiários do curso de Sistemas de Informação, oferecem cursos básicos de informática visando à capacitação profissional dessas pessoas que estavam excluídas da sociedade, quer por preconceito, quer por falta de qualificação.

este e o meu trabalho buscar apoio estas mulheres são multiladas e que são excluídas desassistidas pela sociedade como uma realidade muito distante mais acontece com tanta freqüência que temos que mobilizar o mundo inteiro

ESCALPELAMENTO




BELÉM - Os poucos registros oficiais sobre os casos de escalpelamentos no Pará refletem um cenário comum à região amazônica: a ausência de acompanhamento das vítimas desse acidente, que é o arrancamento brusco e acidental do escalpo humano que senão for tratado a tempo pode levar à morte. Uma realidade que o grupo de pesquisa "Escalpelamento: Lágrimas nos rios da Amazônia" pretende mudar com o mapeamento dos municípios de origem e identificando o destino das vítimas desse tipo de acidente, atendidas nos hospitais de Belém nos últimos dois anos.

Os dados poderão subsidiar ações de prevenção nas regiões com maior ocorrência desses acidentes, além de possibilitar propostas de acompanhamento e reintegração social para as vítimas que receberam os cuidados médicos e cirúrgicos, mas terão de aprender a conviver com as seqüelas do acidente, como a necessidade de várias cirurgias - pois, há casos em que além do couro cabeludo são arrancados o braço, as orelhas e as pálpebras - e o uso de perucas.

Aprovação

O projeto foi elaborado em 2007, e obteve aprovação do Comitê de Ética de Pesquisa da Universidade Federal do Pará (UFPA) este mês. Agora, os pesquisadores envolvidos, dentre eles a professora do curso de Enfermagem da Universidade do Estado do Pará (UEPA), Elizabeth Teixeira, iniciarão visitas à Santa Casa de Misericórdia do Pará e Prontos Socorros Municipais em busca de informações sobre atendimentos à vítimas de escalpelamento.

Segundo a professora essa etapa documental possibilitará a elaboração de um mapa sobre os casos de escalpelamento no Estado. "Não iremos trabalhar com as pessoas que estão sendo atendidas nos hospitais, queremos saber como fica a vida dessas vítimas depois do trauma", explica a pesquisadora.

Vítimas

A proposta é que em janeiro, com os dados coletados, o grupo vá ao encontro dessas vítimas para saber como tem vivido e que tipo de acompanhamento vem fazendo em seus municípios. "A idéia é que depois do trabalho possamos propor aos hospitais de Belém que façam a contra-referência dos casos, mantendo contato com as unidades de saúde dos municípios dessas vítimas para fazer acompanhamento dos tratamentos que elas precisam continuar fazendo".

Projeto

Aprovado pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPQ) para ser desenvolvido nos próximos dois anos, o projeto "Escalpelamento: Lágrimas nos rios da Amazônia" têm a coordenação geral do professor. Heraldo Maués, da UFPA, e é integrado pelas doutorandas Regina Ribeiro Cunha, Luciléia da Silva Pereira, Ana Sofia Resque Gonçalves e Irene de Jesus Silva, também UFPA, e pela professora Elizabeth Teixeira, convidada para integrar o grupo.

Durante dois anos, as doutorandas realizarão as pesquisas de campo, sendo que, de dois em dois meses, elas deverão reunir com o coordenador e a colaboradora para levantamentos parciais. Depois de um ano de execução, a idéia já é apresentar em congressos locais e nacionais e publicar em periódicos específicos locais e nacionais os resultados obtidos, ainda que o trabalho ainda não esteja concluído.

Escalpelamento é uma palavra originada da palavra escalpo, couro cabeludo que foi arrancado do crânio. No Amapá, a origem dos escalpelamentos está em acidentes de barcos, com crianças e mulheres vitimadas.

O barco é o meio de transporte de muitos ribeirinhos que utilizam pequenos motores em suas embarcações. Desatenção e desinformação estão na base dos acidentes de escalpelamento, onde o couro cabeludo, violentamente arrancado, deforma o rosto e impede que o cabelo volte a crescer.

O acidente ocorre quando ao ligar o motor, desprotegido e com o eixo a girar em alta velocidade, o indivíduo agacha-se, provavelmente para tirar água das pequenas embarcações que se inundam com o movimento do barco, e o cabelo enrosca-se no eixo puxando, violentamente, o couro cabeludo, podendo, ainda, decepar alguma parte do rosto, como as orelhas.

A conseqüência física e espiritual para as vítimas de escalpelamento é a dor. É a marginalização provocada pelo auto-isolamento que se impõem por não ter um dos requisitos considerados como fonte da beleza da mulher. Há que se dizer que 80% dos casos de escalpelamento ocorrem em mulheres. O isolamento provocará depressão e impedirá que faça atividades cotidianas como sair, estudar, relacionar-se. A vida passará por ela, que da janela, somente poderá assistir aos eventos sem dele participar. Não porque não queira, mas porque se sentirá excluída de uma sociedade que tende a marginalização e ao preconceito.

De acordo com o site HTTP:/www.voluntariadoamazonia, as principais dificuldades para as vitimas de escalpelamento são:

• preconceito/desconhecimento,

• Mutilação / óbito,

• Falta de equipamento para cirurgias,

• Falta de medicamento para cirurgias,

• Falta de acompanhamento psicológico,

• Falta de alimento para família,

• Falta de hospedagem para família,

• Falta de transporte para parente,

• Custo alto do tratamento,

• Falta uma cultura de prevenção,

• Pais analfabetos funcionais (geralmente),

• Pobreza (EMBARCAÇÃO ARTESANAL SEM ORIENTAÇÃO TÉCNICA)

• E falta de emprego por não terem qualificação.

A Faculdade Atual, pioneiramente, oferece bolsas de estudos às vitimas de escalpelamento, oportunizando a essas cidadãs uma possibilidade real de ascensão e convivência social. Entretanto, como nem todas possuem o segundo grau, o que lhes daria acesso ao ensino superior, os laboratórios de informática e estagiários do curso de Sistemas de Informação, oferecem cursos básicos de informática visando à capacitação profissional dessas pessoas que estavam excluídas da sociedade, quer por preconceito, quer por falta de qualificação.

este e o meu trabalho buscar apoio estas mulheres são multiladas e que são excluídas desassistidas pela sociedade como uma realidade muito distante mais acontece com tanta freqüência que temos que mobilizar o mundo inteiro